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| Dados pessoais |
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| Casado, pai de três filhos, nasci no Interior de São Paulo, em 1939, na cidade de Santa Adélia. Sou o mais velho de sete irmãos. Como vim ao mundo no dia 2 de outubro, libriano, já ouvi comentários do tipo: “É, ninguém é perfeito...” |
Comecei a trabalhar a partir dos 20 anos num jornal esportivo, na Capital e, a seguir, numa tecelagem, em Taubaté, indústria automobilística, magistério de exatas no ensino secundário, pesquisa social no ensino superior e, mais tarde, com pesquisa qualitativa (focus group). O trabalho, porém, que considero o mais significativo, enquanto empregado, foi desenvolvido no Senac, instituição de formação profissional. Lá permaneci por 23 anos, desenvolvendo atividades técnicas e de coordenação, passando de orientador educacional-profissional a diretor.
Além do curso Pedagogia, feito em Taubaté (SP), passei por treinamentos em técnicas de trabalho em grupo, no Brasil e no Exterior. |
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Curiosidade: na primeira reportagem que fiz, para
o jornal "O Esporte", o acaso me colocou ao lado
de celebridades: Pelé e Zito, no retorno da
Seleção Brasileira, em abril de 1959.
Fui tomado
por um jovem fã... |
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| No período voltado à formação profissional, produzi vários trabalhos sobre recursos humanos e tinha grande interesse por todo intercâmbio no qual o tema essencial era compreender o processo básico de instrução, de um lado, e o de educação e desenvolvimento individual, de outro. |
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| Os ensinamentos tradicionais |
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Um interesse mais conseqüente pelos antigos ensinamentos e pelo denominado “trabalho sobre si” foi estimulado pelo encontro com o texto de Ouspensky, Fragmentos de um ensinamento desconhecido, quando já me encontrava com mais de 30 anos de idade. Tal fonte e sua prática me levaram a um redirecionamento de valores.
A partir deste núcleo central foram sendo agregadas, com o tempo, linguagens simbólicas como o I Ching, Astrologia e Tarô.
Não posso me afirmar especialista em qualquer dessas ciências, mas aprecio a integração que se faz entre elas no âmbito de minha experiência pessoal, nas atividades de ensino da simbologia e no atendimento profissional. Um dia talvez caiba relacionar nominalmente e agradecer em público a todos os orientadores brasileiros e europeus, instrutores, companheiros, a quem devo a gradativa aproximação ao saber atemporal. Reconheço, igualmente, o quanto devo a centenas e centenas de alunos e clientes, pois sem a demanda de tais interlocutores estou convencido de que teria permanecido em horizontes bem mais estreitos.
Tenho certeza de que os professores e os terapeutas entendem perfeitamente o que acabo de dizer. |
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| Outros dados em "A Profissão do tarólogo": Um breve relato |
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| Textos produzidos |
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| Além do material escrito para cursos, nos últimos quinze anos e dos textos elaborados e traduzidos para o Clube do Tarô, posso destacar: |
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O que o mapa natal não revela. in Interpretação do Horóscopo, técnicas e estilos. Organização de Valdenir Benedetti. Ed. Hipocampo, 1993.
I Ching. Compilação dos 64 hexagramas e orientação para utilização do oráculo, no portal IG, 2000-01. Hoje esse material está disponível no Clube do Tarô: I Ching
Libra. in Astrologia. Doze portais mágicos. Organização de Cleide Guedes. Ed. Talento, 2001.
O batismo cristão dos deuses pagãos. Discute a questão dos nomes dos planetas. Cf. www.constelar.com.br. 2005 |
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| Traduções |
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P. Oudinot & A. Gueret. O Homem e os Imponderáveis. Ed. Pensamento.
René-Lucien Rousseau. A linguagem das cores : Energia, simbolismo, vibrações e ciclos das estruturas coloridas. Ed. Pensamento
René Guénon. Os símbolos da ciência sagrada. Ed. Pensamento |
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| Revisões e editorações |
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P. D. Ouspensky. Fragmentos de um ensinamento desconhecido. Ed. Pensamento.
Patrick Paul. Sonhos, seus mistérios e revelações. Ed. Fundação Peirópolis, 1997.
Vários autores, para a Editora Totalidade e para o site Clube do Tarô. |
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| Associações |
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| Depoimento |
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TABATA PSILLAKIS |
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Publicitária há mais de 10 anos.
Cursa
graduação em psicologia. |
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Quem apresentou o Constantino à família foi minha tia. Uma psicóloga sensível mas “dura na queda”. Curiosa e estudiosa, do tipo que escarafuncha bastante sobre o assunto antes de emitir uma opinião.
A segunda pessoa da família a entrar em contato com ele foi, surpreendentemente, meu pai. Um engenheiro e administrador cético. Daqueles que acredita apenas em suas próprias conquistas.
Tanto tia quanto pai se impressionaram com o Consta. Seu currículo extenso dá base e credibilidade ao seu trabalho. Torna-o uma pessoa acessível a todos: aos que acreditam em uma força maior e aos que acreditam nos seus próprios esforços.
Em duas ou três ocasiões me consultei com o Constantino. Tanto na leitura de mapa astrológico quanto tarô. Sua sensibilidade e intuição conquistaram a minha confiança.
Seu olhar para as características dos consulentes (incluindo aqui qualidades e limitações) é ímpar. Ele te mostra a realidade, seus traços menos bonitos, mas deposita suas fichas no que você tem de melhor.
Ele te ensina a ver seus limites de uma forma mais branda, sem cobranças. Ensina que precisamos desses limites e temos que os aceitar e que os trabalhar. Temos que expor nossos dragões, assumi-los.
Depois te aponta as suas qualidades. Ele vê o que você tem de melhor e te ensina a expor isso pro mundo. O seu potencial. O Consta te oferece sempre o melhor olhar do seu mapa. Em outras palavras, te mostra qual uso você pode fazer das suas próprias armas.
A simplicidade das palavras e a busca de encontrar a melhor forma de usar as suas características ajudam a curar a alma. A dar vazão ao que você realmente é, sem culpa. |
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São Paulo, 4.maio.07 |
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