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14 de dezembro de 2019

Responsável: Constantino K. Riemma


O Mago - O Aprendiz
Helena Gerenstadt
 
No tarô tradicional a carta do Mago corresponde ao número 1, símbolo geométrico do ponto, o qual nos conecta em primeiro lugar à idéia dos “começos” e nos faz refletir sobre “vontade de ação”, força da vida, que traz assim o “crescimento”.
Meditação e prática com o Mago
Para realizar em níveis práticos devemos utilizar esta carta quando não quisermos nos deixar levar pelas emoções incontroladas; devemos utilizá-la para ativar a nossa vontade e trabalhar de forma racional e equilibrada nossas emoções. Em alguns tarôs vemos o Mago de pé, com o braço esquerdo para cima e a mão direita para baixo, ao lado esquerdo de nosso corpo, que rege o hemisfério direito, onde se realiza a intuição, e ao lado direito de nosso corpo, rege o hemisfério esquerdo, onde temos a razão. O verdadeiro mago recebe sua inspiração de cima, e sabiamente aplica embaixo. Temos a dualidade em nós.
The Magician em um dos Classic Tarot
O Mago no Classic Tarot
 
Poderemos utilizar essa carta para sermos capazes de neutralizar nossas forças opostas, utilizando-as de forma idônea, conjuntamente, sentir e pensar corretamente dará lugar sempre a ações corretas também. O contato com o Divino se realiza através da inspiração, e que está é percebida em imagens, prerrogativa que tem nosso hemisfério direito, que rege por sua vez o esquerdo de nosso corpo físico. A mão esquerda, que se eleva ao Alto, e a mão direita aplicam esse poder na vida cotidiana. A mão direito é solar e ativa, que tenha a capacidade de dar, e que seja também a que tenha a capacidade de receber. Somente uma mente livre de limitações e dogmas conceituais pode ser inspirada pelo divino, sem se tornar louco.
Uma frase que podemos aplica a esta carta chamado O Mago, é a frase que inscrita na Tábua Esmeralda: “O que está acima é como o que está abaixo, e o que está abaixo é como o que está acima, e ambos estão para produzir o milagre de uma só coisa”.
Certamente esse milagre, um dos muitos, pode ser o descobrimento do ser, o verdadeiro EU que vive oculto ainda na gruta profunda, mas que somente os valentes podem entrar. Talvez essa gruta seja chamada também de “subconsciente”.
Sabemos através dos trabalhos de seres como Jung e outros, o que o ser humano é capaz de albergar dentro de si. A história está cheia de exemplos.
No plano mental, como a história está repleta de mitos e lendas onde a verdadeira cura se produz no interior onde se está enfermo, e nada pode conseguir salvar da morte quem não deseja viver, e isso é um dos mais terríveis poderes da mente. Podemos meditar com a carta do taro quando nos sentirmos capazes da magia da vida sã e equilibrada, de não ser vitima do auto-engano, desenvolvendo dento de nós a atenção, a concentração e a faculdade de ver dentro das coisas. Podemos também conseguir facilidade com os idiomas, com o estudo das ciências de todo tipo. É ótima para meditação dos jovens que se sintam ou sejam apáticos ou indolentes nos estudos.
Ajuda a entender e aceitar as coisas cotidianas com as quais, às vezes nos são bem dificultosas de enfrentar, principalmente quando alguém quer nos manipular para que fiquemos negativos.
No plano físico esta carta é o símbolo do fluxo incessante de energia da vida.
Normalmente na carta aparecem os quatro elementos da Natureza, associados a seus correspondentes: uma faca (ar), umas moedas (terra), um cubo de dados (água) e uma varinha (fogo).
Ela é a possibilidade de êxito nos terrenos físico, intelectual e espiritual. Ponto de partida no caminho da regeneração. Recuperação da saúde. Resolução de problemas difíceis. Trabalho que pode trazer triunfos.
junho.11
Contato com a autora:
Helena Gerenstadtwww.agarta.com.br
Outros trabalhos seus no Clube do Tarô: Autores
 
  Baralho Cigano
  Tarô Egípcio
  Quatro pilares
  Orientação
  O Momento
  I Ching
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