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| Tiragens simples com até sete cartas |
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As técnicas aqui apresentadas para ler
o Tarô, apesar de sua simplicidade
são muito eficazes, em particular quando
a questão está bem formulada.
O conselho mais importante para o iniciante é o de não se aprisionar à forma e experimentar adaptar a função que cada posição terá em razão do assunto que estiver examinando. É importante aprender a variar as atribuições sugeridas pelas diferentes técnicas (veja a esse respeito: Sugestões). |
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Três cartas: tiragem simples e prática, com várias alternativas de leitura |
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Péladan: com cinco cartas, é uma técnica valorizada por muitos profissionais |
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Kairallah: inclui como quinta lâmina a carta do corte no sorteio |
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Lição da Torre: tiragem com sete cartas desenvolvida por Teca Mendonça |
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| Tiragem por três |
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Nesse modelo
de leitura, retiramos três lâminas
do maço e as colocamos em linha
ou na forma de um triângulo com
o vértice para cima, como está
indicado no esquema ao lado.
A
leitura poderá se desenvolver
como numa frase com:
1) sujeito, 2) verbo e 3) complemento. |
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| Exemplos de variações que podem ser experimentadas para cada posição: |
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1. o positivo; 2. negativo;
3. a síntese. |
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1. a causa; 2. o desenvolvimento;
3. os efeitos ou as conseqüências. |
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1. uma alternativa; 2. a outra;
3. a avaliação final. |
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1. a meta, a intenção;
2. os meios para alcançá-la;
3. as conseqüências. |
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1. eu, 2. o outro, 3. as perspectivas. |
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o que o consulente poderá
esperar se: 1. for em frente, 2. recuar. A terceira
carta poderá indicar um conselho
ou um terceiro caminho. |
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Lembre-se que, do ponto de vista da técnica, o mais importante para quem dirige a jogada é definir ele próprio qual ângulo, qual aspecto do assunto, que espera ser elucidado pela carta. Desse modo, com a questão mais claramente definida, ficará muito mais compreensível o recado de cada carta.
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| Tiragem em Cruz |
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Na Tiragem
em Cruz contamos com um maior número
de ângulos para examinar uma questão.
Retiramos do maço cinco lâminas,
que são colocadas de face para
baixo, na seqüência de posições
indicadas no quadro ao lado.
Há também quem costuma,
para conhecer a quinta carta, adicionar
os números das quatro já
sorteadas. Neste caso:
(a) se o resultado
for menor que 22, tiramos do maço
a lâmina que tem esse número
e a colocamos no centro da cruz;
(b) se o resultado
for igual a 22, colocamos o Louco. (Ele,
porém, quando se encontra entre
as quatro primeiras cartas já
sorteadas, é contado com valor
zero na adição para se
achar a quinta lâmina; é
o "Arcano Sem Número"); |
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(c) se o resultado
for maior que 22, somamos os dois algarismos
e esse novo resultado, denominado redução,
será o número da quinta lâmina
(por exemplo, se o valor total das quatro
cartas sorteadas for 37, somamos 3 + 7 = 10,
isto é, a quinta carta será
a Roda da Fortuna);
(d) se a quinta lâmina
já tiver saído na tiragem, imaginamos
que ela se encontra duplicada no centro.
Variações, entre muitas outras, que podemos atribuir
para a função de cada carta: |
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1. a pessoa, 2. o momento, 3. os prognósticos,
4. os desafios a superar, 5. o conselho
para lidar com a situação; |
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1. o fato, 2. o que ele causa, 3. onde
e quando ocorre, 4. como ocorre, 5.
porque ocorre; |
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1. o consulente, 2. o outro, 3. o
que os aproxima, 4. o que os separa,
5. a tendência para o futuro ou
a estratégia a seguir; |
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1. o aspecto interno da questão,
2. o aspecto externo, 3. o que é
superior ou favorável, 4. o que
é inferior ou desfavorável,
5. a síntese ou resposta. |
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| Tiragem Péladan |
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Joséphin Péladan (1858-1918), escritor e ocultista francês, divulgou uma técnica de tiragem bastante utilizada. Trata-se de um esquema simples e útil, idêntico à tiragem em cruz.
A quinta carta é obtida pela soma do valor das quatro primeiras retiradas do maço. Se o resultado ultrapassar 22, será feita a redução numerológica (teosófica). Veja os detalhes dessa operação na "Tiragem em cruz", logo acima. |
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São atribuídas as seguintes funções às cartas:
1. O que é favorável, vantajoso. O aspecto afirmativo. Os prós.
2. O que é desfavorável, contrário. Obstáculos e dificuldades. O aspecto negativo. Os contras.
3. Ação, influência. Próximos acontecimentos. O caminho.
4. Resultado. Conseqüências. Solução.
5. Síntese. O sentido de conjunto das cartas.
Oswald Wirth, em seu Tarot des imagiers du Moyen Age, assim descreve o método indicado por Joséphin Péladan, que ele recebeu por intermédio de Stanilas de Guaita:
1. O primeiro arcano tirado é visto como afirmativo, que fala a favor de uma causa e indica de uma maneira geral o que está a favor. |
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2. Em oposição, o segundo arcano é negativo e representa o que está contra.
3. O terceiro arcano retirado representa o juiz que discute a causa e determina a sentença.
4. A sentença é enunciada no arcano retirado em último lugar
5. O quinto arcano esclarece o oráculo que ele sintetisa, pois depende dos quatro arcanos retirados. Cada um destes traz o número que marca sua posição na série do Tarot. (O Louco, não numerado, é contado como 22). Basta adicionar esses números inscritos para obter, seja diretamente, seja por redução teosófica, o número do quinto arcano (22 designa o Louco, 4 o Imperador, 12 o Pendurado, etc.) |
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| Tiragem Kairallah |
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É a
tiragem que o organizador deste site
costuma utilizar em suas consultas, na
complementação da análise
do mapa natal e trânsitos astrológicos.
O modelo pode ser aplicado às
sucessivas questões que o cliente
colocar.
A primeira tiragem,
é feita para traduzir os seguintes
aspectos gerais:
1. o consulente;
como ele se encontra;
2. o seu momento de
vida; suas condições
atuais;
3. prognósticos,
o rumo que sua vida tende a tomar;
4. qual a melhor
conduta diante da situação
definida pelas cartas anteriores. Conforme
a tiragem, a carta pode ser definida
como o conselho estratégico para lidar com o assunto em exame.
5. o cenário
geral que envolve a questão
e inclui as demais cartas. Trata-se da carta
de corte que, na verdade, é a primeira
desvirada após o sorteio, junto com
o maço de cartas que restou. |
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O mesmo esquema pode
ser utilizado para as questões que
o consulente quer ver retratadas pelo Tarô.
As funções atribuídas
as cartas 1, 2 e 3 são então adaptadas para cada
assunto. As duas outras cartas mantêm
o padrão: 4 –
indica o conselho, o caminho oportuno para
ser seguido pelo consulente; 5 - (a carta de corte), delinea o cenário
geral, as forças que circunscrevem
o assunto.
O praticante, aquele que conduz a tiragem, é quem marca previamente a função que a carta terá na jogada. Exemplos de variações
para as cartas de 1 a 3, conforme o assunto e o interesse do consulente: |
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1. o consulente; 2. o outro (parceiro ou sócio); 3. o desenrolar da relação |
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1. os pontos fortes ou positivos (trabalho, saúde, projetos, estudos);
2. seus pontos fracos ou negativos; 3.
tendências ou caminho a percorrer. |
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1. o consulente; 2. a situação
específica (relacionamento, trabalho,
projeto, etc); 3. o que esperar. |
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1. o que favorece o projeto (ou a intenção); 2. o que ainda precisa ser trabalhado, melhorado; 3. quais são as perspectivas. |
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Lição da Torre - por Teca Mendonça |
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Trata-se
uma tiragem para examinar e trabalhar
situações de rupturas
e quebras de expectativas.
As funções
que a taróloga Teca Mendonça
atribui às cartas, deixa claro
o propósito desse modelo. São
assinalados diferentes passos para
entender compreender o fato em si,
seus sentido espiritual e superior,
o motivo da crise e, finalmente, o
trabalho a ser feito.
Funções
de cada carta:
1. a porta de acesso;
2. a luz da consciência;
3. a luz da razão;
as cartas 2 e 3 constituem a Morada
do Espírito;
4. o plano superior;
5. o que foi destruído,
o que era excessivo;
6. o que precisa ser reconstruído na
ação;
7. o que precisa ser rescontruído na
personalidade. |
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Atualizado: junho.10 |
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