|
|
| Estudos Clássicos do Conjunto |
|
|
| • |
P. D. Ouspensky, O simbolismo do Tarot. Tomando em boa parte a obra de Oswald Wirth como referência, o notável mestre Ouspenky repassa os textos mais conhecidos no início do século 20 e faz sua própria leitura dos pares de arcanos maiores: O simbolismo do Tarô |
|
|
| • |
Oswald Wirth, Os indícios reveladores dos segredos do Tarot. Dentre os representantes de movimentos esotéricos do final do séc. 18 e início do 19, Oswald Wirth foi um dos mais consistentes no estudo do Tarô. Sua apresentação dos vários modos de agrupar as cartas se tornou clássica: Agrupamentos reveladores |
|
|
| • |
Jean-Claude Flornoy, A simbólica dos arcanos: uma peregrinação da alma. Visão histórica do surgimento do Tarô e o modo como os arcanos traduzem as etapas de desenvolvimento do ser: Peregrinação |
|
|
|
 |
|
|
|
|
|
| Agrupamentos e seqüências |
|
|
| • |
Helena Gerenstadt, Significados práticos dos arcanos maiores. A aplicação das cartas com base no livro La Sanación con el Tarot [A cura com o tarô] da autora espanhola Ahimsa Lara Rivera. Uma ajuda para os iniciantes: Os vinte e dois arcanos maiores e suas combinações |
|
|
| • |
Joana Trautvetter, A estrutura básica do Tarot. Apresenta uma compreeensão de conjunto dos arcanos maiores e menores a partir do conceito de três Mundos. Recorre ainda às 22 letras do alfabeto hebraico para estabelecer associações com os arcanos maiores. A estrutura básica do Tarot |
|
|
| |
 |
|
| • |
Bete Torii, Duas visões sobre os agrupamentos das cartas. Menciona o arranjo proposto pelo autor do Tarô dos Santos e realiza um exercício de agrupamento dos arcanos por seus atributos iconográficos: Duas visões |
|
|
| • |
Betoh Simonsen, A complementaridade no 23. Agrupa os arcanos arcanos maiores com referência numerológica ao 23 e sua redução ao 5: Hierofante |
|
|
| • |
Cristina Britto, A seqüência e o trabalho prático. Apresenta um sumário das etapas que cada arcano traduz, mas salienta seu contraste com a prática: Sem limites |
|
|
| • |
Flávio Alberoni, A questão da seqüência dos arcanos maiores. Coloca em xeque a existência de alguma lógica seqüencial para as cartas numeradas de 1 a 21. Comenta aspectos práticos de interpretação e, com sua longa experiência, faz uma ponte para os arranjos apresentados por Oswald Wirth: Em questão |
|
|
|
|
| • |
Jaime E. Cannes, Seqüência dos arcanos: a Torre do Ser. Os arcanos são agrupados aos pares, a partir de O Mago. A Torre |
|
|
| • |
Valéria Fernandes, O caminho do Louco pelo alfabeto da alma. Sugere o trajeto percorrido pelo Louco através dos arcanos: Alfabeto |
|
|
|
|
| Analogias & aplicações simbólicas |
|
|
|
|
|
|
| • |
Valéria Fernandes, Os arcanos maiores místicos. Alguns significados místicos e ritualísticos que a autora associa a 7 dentre as 22 cartas: O ritual e o místico |
|
|
| • |
Alessandra Fonseca, A Luz. O tema da luz e sombra nos arcanos maiores: Percurso |
|
|
| • |
Cid Marcus, O arcano 0 ou 22 - história e símbolos. Correlações da carta com temas da Mitologia e
da Cabala: 0 ou 22
-- O Tarô e algumas questões semânticas. Comentários sobre o sentido
de algumas palavras utilizadas no Tarô: Semântica |
|
|
| • |
Cristina Britto, O Tarô conta histórias. Uma apresentação do sentido de conjunto das 78 cartas do baralho: Os contos |
|
|
| • |
Ken Wilber, O caminho que sobe é
o caminho que desce. Os movimentos de ascensão
e de queda, personificados por Eros e Tanatos; seus significados psicológicos e simbólicos.
Embora não cite o Tarô, o estudo ajuda a ampliar
as reflexões sobre Os Enamorados, o
arcano 6. Tradução de Bete Torii: O
caminho |
|
|
|
 |
|
|
|
| • |
M. J. Stone, O Zero no Tarô - Um
giro pelos arcanos maiores. Passeio histórico-simbólico
pelos 22 arcanos maiores, apoiado em personagens religiosos,
míticos e artísticos. Tradução de Bete Torii: O Zero no Tarô |
|
|
|
|
| Cursos de Tarô on-line |
|
|
| |
 |
|
| • |
Sarani Barrios, A Tradição Cigana na cartomancia. Um trabalho inédito em que a autora, cigana de origem Dohm, relata o longo processo de aprendizado e a importância que as mancias têm para o povo cigano. Módulo 1: Os Arcanos Maiores |
|
|
| • |
Betoh Simonsen, O Tarô como caminho de vida. Os arcanos maiores e menores são apresentados de modo bem próximo e didático, resultado de uma longa experiência do Autor, no ensino e prática do jogo simbólico: Curso completo |
|
|
|
|
| • |
Joana Trautveter, Curso sobre os Arcanos Menores do Tarô e os Símbolos da Cabala. Apresenta um estudo dos naipes e das 16 figuras da corte dos arcanos menores: Os Naipes, As Figuras |
|
|
|
|
| Bibliografia |
|
|
| Textos consultados
pelo Constantino para a elaboração do material
básico sobre os arcanos maiores: |
|
| Alberto Cousté, O Tarô ou a máquina de imaginar. R. de Janeiro, Ed. Labor, 1977. |
|
|
| Anônimo (Valentin Tomberg), Meditações
sobre os 22 Arcanos Maiores do Tarô.
São Paulo, Ed. Paulinas |
|
|
| Arthur
Edward Waite, Thte Pictorial Key of the Tarot.
New York, University Books (1910) 1959 |
|
|
| Carlos
Godo, O
Tarô de Marselha.
Ed. Pensamento. |
|
|
Dicta
e Françoise, Mitos
e Tarôs. A Viagem do Mago. S. Paulo, Pensamento. 1983.
--, Tarot de
Marseille. Ed. Mercure
de France |
|
|
| Edmond
Delcamp, Le
Tarot initiatique, symbolique et ésoterique.
França, Courrier du Livre. |
|
|
| Hans Biedermann e Michel Cazenave, Encyclopedie des Symnboles.
Le Livre de Poche. |
|
|
| Hajo Banzhaf, Manual do Taro. Origem, definição
e instruções para o uso do Tarô. SP, Pensamento, 1986. |
|
|
| Jean Chevalier e Alain Gheerbranty, Dicionário de Símbolos. José Olympio Edit. 1990 |
|
| Juliet
Sharman-Burke e Liz Greene, O Tarô
Mitológico. São
Paulo, Siciliano. 1988. |
|
| Kris Hadar, Le véritable Tarot de Marseille. Ed. Mortagne, 1996 |
|
|
| Marielle-Frédérique
Turpaud, Le
Tarot de Marseille - La maitrise du tarot divinatoire. Edit. Solar. 1987 |
|
G.O.Mebes, Os Arcanos
Maiores do Tarô.
Ed. Pensamento
--, Os Arcanos
Menores do Tarô.
Ed. Pensamento |
|
| Oswald Wirth, Le Tarot des Imagiers du Moyen Age. Paris, Tchou Éditeur, 1982. |
|
|
| Papus, El Tarot de los Bohemios.
Barcelona, Edicomunicacion, (1911) 1986. |
|
| Paul
Marteau, O Tarô de Marselha.
São Paulo, Ed. Objetiva, 1991 |
|
|
| J. P. Ross, La prière du Seigneur.
Strasbourg-France, Ed. Oberlin, 1996. |
|
| Sallie Nichols, Jung e o Tarô. São Paulo, Ed. Pensamento, 2000 |
|
|
| Stuart R. Kaplan, Tarô Clássico.
São Paulo, Ed. Pensamento, 1988. |
|
|
Thierry
Depaulis, Le
Tarot de Besançon.
Paris, Musées Nationaux, 1985.
--, Tarot, Jeu et Magie. Paris, Bibliothèque Nationale, 1984 |
|
|
|
|
|
|