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10 de julho de 2020

Responsável: Constantino K. Riemma


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A industrialização no Basil
e suas marcas astrológicas
Rui Sá Silva Barros

O ciclo de eleições prossegue, agora o governo provisório grego convocou uma para adiante, os franceses continuam muito polarizados e a esquerda surpreende com 12% de intenção de votos, Obama terá que trabalhar pois o candidato republicano já está praticamente escolhido. Enquanto isto no Egito a Irmandade anunciou candidato e os militares também, o que provocou celeuma, mais manifestações e impugnações de candidatos. Os talebans fizeram um atentado cinematográfico no centro de Cabul e Cristina Kirchner resolveu expropriar a YPF (petroleira) e embargar bens da Bunge, multinacional de alimentação, com grande celeuma no exterior, o governo espanhol já chiou bastante e atribuiu o ato aos problemas econômicos atuais da Argentina, o que é essencialmente correto.

Júpiter em Touro não foi suficiente para reverter o quadro de recessão na UE, estagnação nos EUA e Japão e desaceleração nos BRICS, e depois da conjunção com Vênus ocorreu uma surpreendente reversão de preços nos ativos financeiros e matérias-primas. O governo inglês apresentou um orçamento cortando impostos dos ricos e congelando aposentadorias, um idoso aposentado grego suicidou-se deixando um bilhete dizendo que não pegaria comida no lixo, os espanhóis conseguiram fazer uma greve geral contra um corte fundo na educação e saúde públicas e outras malfeitorias, os juros dos títulos soberanos subiram imediatamente. A transição econômica na China parece ter começado mesmo, os resultados do PIB, construção civil, balança comercial e crescimento do consumo apontam nesta direção. Num quadro destes a Astrologia ajuda bastante a discernir o essencial: o índice cíclico dos planetas lentos (Barbault) ainda está em baixa e a distribuição nos signos não deixa dúvidas: ainda estamos  longe de uma retomada! Em junho os tremores e movimentos tectônicos voltarão.

BRASIL – Tempos atrás escrevi que a economia brasileira estava nas mãos de 25 empresas, errei por três, pois dona Dilma reuniu-se com 28, a nata do PIB. Pouco depois reuniu grande audiência para anunciar um pacote de estímulo à indústria, repleto de medidas pontuais que não resolvem o problema. A balança comercial industrial está altamente negativa, a participação do setor na produção total caiu do auge de 35% (1984) para 15%, a concorrência dos importados é denunciada a todo o momento e providências são reclamadas. Como o último grande plano foi anunciado em 1974, resolvi repassar a história da industrialização para ver onde estão os gargalos e estudar mais um pouco o mapa astrológico do país.


Brasil - Mapa da Independência - São Paulo, 7 de setembro de 1822 - 16h08

No final dos anos 1880, Plutão e Netuno ingressaram em Gêmeos e fizeram conjunção em agosto de 1891 a 6 graus do signo, estimulando a conjunção Lua/Júpiter do mapa natal. Nos EUA e Europa Ocidental isto sincronizou com a segunda fase da revolução industrial (aço, eletricidade, petróleo, máquinas e equipamentos), no Brasil liquidou com a escravidão, acelerou a proclamação da República e deu início a uma silenciosa industrialização de bens de consumo apesar do Governo federal, cuja política econômica (câmbio, juros, impostos) estava voltada totalmente para o estímulo à cafeicultura. Desgraçadamente ocorria um quadro de superprodução mundial e declínio dos preços do grão, o que levou os fazendeiros e o governo a um esforço de formação de estoques para segurar os preços com consequências desastrosas a partir de 1929: endividamento, moratória e quebra retumbante.

Algumas das empresas, do primeiro ciclo, foram importantes: Brahma e Antártica (1888), Bangu, Melhoramentos e Matarazzo (1890), Santa Marina (1895), Souza Cruz (1910), Lacta 1912, Gessy (1913), ano em que Delmiro Gouveia inaugurou uma usina hidroelétrica em Alagoas para sua fábrica têxtil. No ano seguinte estourou a Primeira Guerra e o país acelerou sua industrialização com as dificuldades para importar, Júpiter e Urano fizeram conjunção a 9 de Aquário em trino com Saturno em Gêmeos,  próxima ao Nó norte e em oposição a Vênus e quincúncio ao Sol da carta natal. Pouco depois Saturno e Plutão, conjuntos em 2 de Câncer, estimulavam a configuração natal Urano/Netuno quadratura a Plutão, fazendo um trino a Marte em Escorpião. O número de estabelecimentos industriais triplicou em relação ao censo industrial de 1907 e o país viu pela primeira vez a eclosão de um greve de porte em 1917, com Saturno e Netuno em conjunção no início de Leão, na casa 6, e em quadratura com Marte e Saturno natais. Neste primeiro período Jorge Street, Guinle e Sezerdelo Correia foram os líderes industriais apresentando as reivindicações da classe ao governo, sem esquecer a contribuição fundamental dos imigrantes neste processo.  O movimento sindical operário se organizou e pouco depois seria fundado o PCB (1922). O governo dos fazendeiros paulistas e mineiros continuava a tratá-los como caso de polícia, a clarividência desta turma era proverbial. Em julho de 1928 foi dado um passo fundamental com a organização da classe com a fundação da CIESP, embrião da futura FIESP; nestas alturas Júpiter em7 de Touro cruzava Saturno natal, Saturno em 13 de Sagitário fazia quadratura ao Sol natal, Urano em 7 Áries acabara de passar por Plutão natal e em sextil à conjunção Lua/Júpiter, Netuno a  27 de Leão e Plutão a 16 de Câncer começava a ingressar na casa 6.

Isto refletia a maturidade do setor que já cobria grande parte da produção dos bens de consumo que caracterizam a primeira fase do processo. O golpe militar, com apoio popular, de 1930 teve que lidar com a dramática situação gerada pela Depressão e tratou de dar apoio aos fazendeiros e mimou os operários com leis trabalhistas e regularização dos sindicatos, em troco de sua autonomia. O ano de 1934 foi capital, pois pela primeira vez o produto industrial ultrapassou o agropecuário: Júpiter a 16 de Escorpião acercando-se do MC, Saturno acabara de cruzar o Ascendente, Urano a 27 de Áries, Netuno a 14 de Virgo em conjunção ao Sol natal e Plutão a 25 de Câncer em sextil a Mercúrio natal. A eclosão da Segunda Guerra levaria ao aprofundamento do processo de substituição de importações.

A partir da proclamação do Estado Novo, Vargas se viu com as mãos livres para pensar ’grande’: o país precisava passar para a segunda fase de industrialização, mas não havia poupança suficiente (pública ou privada) para isto, daí as negociações ambíguas com americanos e alemães para a fundação da CSN, Vale e FNM, quando finalmente os americanos resolveram financiar os projetos, foi um passocrucial. Corriam os anos de 1941/2: Júpiter percorria Gêmeos e estimulava a conjunção Lua/Júpiter natal, Saturno e Urano se aproximavam no final de Touro (casa 4) e faziam trino a Mercúrio natal, em 42 ingressaram em Gêmeos se aproximando da conjunção Lua/Júpiter; Netuno estava no final de Virgo em conjunção a Mercúrio natal e Plutão no início de Leão em trino a sua posição natal e quadratura a Marte natal. A organização industrial deu outro salto em 1938 com a fundação da Confederação Nacional das Indústrias e ganhou um importante líder e intelectual na pessoa de Roberto Simonsen, um dos pioneiros da história econômica do país.

                 Companhia Siderúrgica Nacional  -->

No entanto nada anda em linha reta e velocidade constante, especialmente no Brasil. Este arranque para a segunda fase foi tumultuado por inúmeras vicissitudes (cambiais, orçamentárias, balanço de pagamentos etc.). Foi preciso esperar o segundo mandato de Vargas para dar outro passo importante à frente com a criação da Petrobrás e BNDES nos anos 1952/3. Saturno e Netuno em conjunção no último decanato de Libra, setor 9, quadratura a Urano em Câncer na casa 6, em trino ao MC. A ação irritou as petroleiras e bancos estrangeiros que atiçaram setores do exército e da UDN redundando na crise de 54 que levou o presidente ao suicídio. Vargas iniciara seu governo em 1930 sob uma conjunção Júpiter/Plutão e encerrava sob Júpiter/Urano, ambas no final de Câncer, início da casa 6, a dos trabalhadores, justificando o título de ‘pai dos pobres e mãe dos ricos’. Com o BNDES teve início a política de ‘fabricar os fabricantes’.

No início do governo JK tivemos um momento memorável, um Plano de Metas composto por 31 objetivos quantificados (50 anos em 5), era algo inédito. Em fevereiro de 1956 era lançado: Júpiter a 27 Leão, Saturno a 1 de Sagitário, Urano a 29 de Câncer, Netuno a O de Escorpião e Plutão a 27 de Leão. Com exceção de Saturno todos estavam retrógrados, na iminência de trocar de signo e com uma pesada quadratura de Saturno à conjunção Júpiter/Plutão e ainda Urano/Netuno em quadratura.
 

Barragem de Furnas

E apesar disto o Plano foi factível, muitas metas foram alcançadas, especialmente na área de transporte (rodovias e automobilismo) e energia elétrica (Furnas), tudo ajudado pelos trinos que Saturno e Urano lançavam a Plutão natal. No entanto, a difícil constelação nos céus cobrou seu preço, no final do governo a inflação, a dívida externa e a corrupção (construção de Brasília) estavam nas alturas. JK, apesar de político hábil e simpático, não conseguiu fazer o sucessor, passando a faixa para Jânio com as consequências que todos sabemos.  Além disto, a malha ferroviária foi deixada ao deus-dará, coisa que lastimamos muito no momento atual.

Entramos num período de desorganização que foi até 1968. A ditadura militar, para tentar controlar a economia, promoveu inicialmente um plano contracionista que levou milhares de empresas à falência (1964/67) o que atiçou greves e manifestações populares em 1968, processo que nos levou ao AI-5. Só então começou o ‘milagre brasileiro’ com crescimento anual próximo aos 10%, baseado especialmente na captação de baratos eurodólares, crédito para o consumo de carros e eletrodomésticos e obras faraônicas de duvidosa utilidade. Desta época data a ascensão das 5 grandes empreiteiras ainda atuantes e da consolidação do Bradesco e Itaú no sistema financeiro. O primeiro choque do petróleo em 73 pôs fim ao ciclo. O apoio da FIESP e de alguns empresários ao aparelho de repressão, neste período, é uma nota negra na história da classe industrial.

O governo Geisel apresentou o PND 2 em setembro de 1974. No céu: Júpiter R a 11 de Peixes, Saturno em 16 de Câncer, Urano 25 de Libra, Netuno 7 Sagitário e Plutão 6 de Libra. Júpiter em oposição ao Sol Natal, Saturno ingressando na casa 6 e trino ao MC, Urano em trino ao Ascendente, Netuno em oposição e Plutão em trino à conjunção Lua/Júpiter . Elaborado por Severo Gomes, Simonsen e Reis Veloso o plano conseguiu algumas conquistas importantes: datam desta época o Pró-álcool, o estímulo à Petrobrás, à indústria petroquímica e às de máquinas e equipamentos. Ao lado de projetos faraônicos e malsucedidos como a Energia nuclear, a Usiminas e a Ferrovia do aço. Novamente o país se endividava pesadamente num clima internacional de estagflação. O segundo choque do petróleo (Irã, 1979) e a brusca elevação das taxas de juros do FED afogaram o plano, levaram o país a moratória e liquidaram a base econômica da ditadura.

Como acabamos de ver a segunda fase da revolução foi realizada aos soluços durante 33 anos, tendo iniciado com a passagem de Saturno e Urano na conjunção Lua/Júpiter e concluído com nova estimulação, agora de Netuno e Plutão à mesma conjunção natal. Nenhuma surpresa, pois Júpiter rege o setor 2 (recursos naturais e produção potencial) e a Lua rege o 6, indústria e trabalhadores. Também é para anotar a importância das casas 7, 8 e 9, todas com aspectos econômicos ligados ao exterior: a 7 pela balança comercial e acordos econômicos, a 8 pelas dívidas e o saldo final da balança de pagamentos e a 9 pelo resultado das duas: câmbio e necessidade de créditos e investimentos diretos . Tudo isto esteve fortemente presente na história econômica do período e no colapso final em outubro de 1982 quando os credores  deixaram o país na UTI pela incapacidade de continuar pagando a elevada dívida pública externa: Júpiter a 16 de Escorpião em direção ao MC e quadratura a Vênus natal, Saturno e Plutão conjuntos no final de Libra, Urano ingressando em Sagitário em oposição à conjunção Lua/Júpiter.

A partir de 1980 o país mergulhou num caos: atividade econômica com fortes oscilações, hiperinflação, moratória, planos atrás de planos até 1993, a chamada década perdida. A brusca abertura comercial do governo Collor, a populista paridade cambial do governo FHC e uma privatização feita com grande participação do BNDES e fundos de pensão públicos com indexação atrelada, acabaram provocando muitos problemas na área industrial. Depois de décadas de estatismo e regulamentação um brusco liberalismo. Enquanto a participação da indústria declinava a carga tributária subia dos 22% do PIB (Collor) para os 36% atuais e o agronegócio e a mineração respondem agora pelo saldo positivo da balança comercial.

Para rematar os males precisamos lembrar que o Brasil perdeu o bonde da terceira fase da revolução industrial (automação, informatização e componentes microeletrônicos) que se iniciou nos anos 80, isto num país com Ascendente Aquário é um vexame! Agora o pré-sal  impulsionará a indústria com pedidos de navios, plataformas, sondas e dutos, o refino de óleo e gás deverá crescer. E é preciso pensar na receita da exploração, pois o governo do Rio, p.ex., usa sua parte para pagar a folha dos aposentados. O país não pode produzir tudo e nem é preciso, mas algumas áreas devem ser estimuladas: fertilizantes, bioengenharia, matérias-primas farmacêuticas, nanotecnologia, entre outros. Sem empresas estatais e sem reservas de mercados; bastam crédito barato, um sistema tributário razoável e uma infraestrutura viária que dê fluxo à produção. A história da industrialização teve impactos políticos evidentes e o último deles foi um operário da indústria automobilística ter chegado à presidência, um claro sintoma de maturidade política do país. Justamente dele poderíamos esperar uma política industrial, mas foi colhido por uma desconfiança que o obrigou a praticar uma política monetária ortodoxa, depois teve que lidar com a crise financeira de 2008, e ainda sendo bafejado pela alta de preços das exportações, claramente se acomodou. O PAC não é exatamente um plano estratégico como os anteriores e anda claudicando ao sabor dos apertos do Orçamento.

E apesar desta confusão toda dos últimos 30 anos, algumas coisas andaram: Empraba, Inpe e alguns centros de pesquisas genéticas têm nível excelente; a agropecuária está altamente industrializada com rações e fertilizantes, seleção genética de sementes e gado, máquinas para semeadura e colheita, bem como abatimento e tratamento das carnes. Falta um sistema de crédito e seguro mais eficiente para o socorro frente aos desastres climáticos.

Com a passagem de Urano em Peixes em oposição ao Sol e Mercúrio natais algo de bom ocorreu, o país se tornou superavitário nas contas externas, acumulou grandes reservas e ficou com uma dívida pública externa reduzida e confortável. A luta para baixar os juros a níveis civilizados é bem-vinda, mas voluntarismos na economia acabam quase sempre mal. O país necessita claramente de um choque econômico que acabe com os conhecidos gargalos, talvez a próxima passagem de Júpiter por sua posição natal e uma quadratura de Netuno em Peixes à conjunção Lua/Júpiter consigam sacudir a poeira e o Estado patrimonialista definhe, o capitalismo de compadres precisa terminar!

Esta crônica é um primeiro sobrevoo num tema  importante, marcou alguns pontos de referência e ignorou propositadamente a história da macroeconomia, pois sua inclusão aumentaria o texto desmesuradamente. Nosso colega e amigo Niso Viana, astrólogo e economista, teve a gentileza de ler o texto e apontar omissões e conexões que eu não tinha percebido. Ela retoma a velha discussão do CEPAL sobre a industrialização nos países de capitalismo periférico e dependente, também a antiga questão das revoluções conservadoras no país. É de notar que estamos novamente às voltas com gargalos na malha viária, pontos de embarque e com energia elétrica; problemas que Juscelino enfrentou 55 anos atrás.

Além de tudo não podemos esquecer que a industrialização representa o máximo de solidificação no mundo (pedras e minérios), que liquidou com qualquer possibilidade de iniciação através do trabalho como permitiam os antigos ofícios e colocou o ser humano à mercê do ritmo de esteiras automáticas: é um preço terrível a pagar e mais um sinal de final de ciclo que, pelo visto, deverá ir até o fim. É melhor que automatizem toda a produção e liberem os seres humanos deste trabalho tedioso e consigam dar um jeito no trabalho das minas que continua desumano e perigoso como sempre.

Darei um novo curso, agora voltado para uma panorâmica da história das religiões, sua importância, os desvios e recomeços, os embates com a modernidade. Começa em 17 de maio e vai até 6 de dezembro, às quintas-feiras das 20 às 22 horas, próximo à estação São Joaquim.  Os interessados podem se inteirar da programação, endereço e preços entrando em contato comigo, rui.ssbarros@uol.com.br

 
20/04/2012 09:23:30

Comentários

maria thereza conde sandoval - 21/04/2012 23:30:17
Ruiadorei esse artigo, estou passando por um período em que não posso escapar meu dia é 21/10/1948 13.30 sp sp. Tenho um dedo de Deus entre nodulo norte urano apontando parta marte no meio do cèu, Não posso masi de dar o luxo de NÃO Rresolver os problemas familiares....o período em que inicie estava propíci.ou agora ou agora..........muita coisa feita errada aparecerá.se puder fazer o curso aviso. bjs maria thereza

Bete Torii - 21/04/2012 23:38:51
Oi Rui,
no segundo parágrafo abaixo do mapa da Independência, está escrito "No ano seguinte estourou a Primeira Guerra e o país ... Pouco depois Saturno E CÂNCER, conjuntos em 2 de Câncer,"
O sono está bravo agora, deixo a segunda metade da crônica para ler amanhã, mas desde já obrigada. Que bom momento para uma recapitulação da história econômica do Brasil!

Rui Sá Silva Barros - 22/04/2012 11:37:18
Olá Maria Thereza:
As recentes oposições de Sol-Saturno e Marte-Netuno causaram chateações a muitos conhecidos meus. É um bom momento para tentar resolver problemas, se ficar difícil peça ajuda a algum profissional. Abs, rui.

Rui Sá Silva Barros - 22/04/2012 11:38:10
Oi Bete:
Correria dá nisso, já está corrigido, obrigado.bjs, rui.

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