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23 de setembro de 2019

Responsável: Constantino K. Riemma


A Papisa numa tiragem
 
 
Por
Flávio Alberoni
 
 
    Um amigo, particularmente sensível, precisava de ajuda para efetuar uma entrevista. Pediu conselhos ao tarô, mas sem se preocupar em interpretar a carta que saísse. Saiu o Arcano 2.
 
[www.happy.online.
sh.cn]
      Ajudando-o disse que a Papisa estimularia um processo de contemplação, de entrega ao ambiente que iria enfrentar, e que facilitaria uma expressão dos recursos que já possuía, sem entraves, sem filtros mentais. Que deixasse em casa o universo racional e se preparasse para participar de todo processo, mas com um distanciamento favorável. Os conflitos que por ventura aparecessem seriam dissociados pela energia contemplativa do Arcano.
    Dito e feito e correu tudo muito bem.
    Ao falar comigo, o amigo estava tão entronizado no arcano que mudou a minha disposição: passei a me perceber no ambiente (a clínica) de tal maneira que participava de tudo de uma maneira globalizada.
    Todos os sons foram percebidos e os ouvia distintamente, sem filtro, mas sem agressões. Deu-me a sensação de perceber até os pacientes na sala de espera e sentir os seus sentimentos como meus mas, ao mesmo tempo, distantes. Era eu que os sentia, mas ao mesmo tempo apenas contemplava. Uma sensação interna que ainda persiste e reputo como a da relação entre os Arcanos 2 e 21. [Veja: Agrupamentos reveladores]
    Liguei para ele agradecendo a energia e recomendando que falasse com seus parentes e amigos, a fim de distribuir a energia. Que, afinal, não é nossa!
Contato com o autor:
Flávio Alberoni
alberoni@uol.com.br
Outros trabalhos seus no Clube do Tarô: Autores
jul.07
 
 
  Baralho Cigano
  Tarô Egípcio
  Quatro pilares
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  O Momento
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