| Baralhos: Tarot Crowley-Harris ou Thoth Tarot |
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O Tarô de Aleister Crowley |
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Apresentação de
Constantino K. Riemma
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Crowley encontra admiradores e cultuadores pelo mundo todo, graças à sua fama de mago, de possuidor de poderes ocultos. Seu baralho também é muito difundido, o que se deve, em grande parte, à bela criação de Frieda Harris, ao colorido e ao padrão estético que rompe com a iconografia clássica do tarô.
As cartas de Crowley, porém, podem ser alvo de reparos. O título "Tarot de Thoth", retoma simplesmente o nome comercial atribuído por Etteilla, em 1783, para pegar carona na hipótese da origem egípicia do tarô. Em ambos os casos os desenhos das cartas pouco têm a ver com a iconografia egípcia.
Outro ponto: os títulos dados aos arcanos menores, em boa parte estão longe de atributos esotéricos ou iniciáticos que afirma seguir, mas próximos do receituário popular de seu antecessor, o "Tarot de Thoth" de Etteilla. |
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As belas pinturas de Frieda Harris por vezes colidem
com os títulos
das cartas:
Dez de Espadas: Opressão; 7 de Ouros: Fracasso; 10 de Espadas: Ruína |
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Para ver ampliações e percorrer a Galeria clique sobre as cartas. |
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| Se Crowley é engrandecido, em boa parte dos textos encontrados na web, também existem aqueles que denunciam sua manipulação egóica e materialista dos dons. Em seu socorro, é lembrado que ele não é um caso isolado e que a apropriação dos Ensinamentos apresenta, nos dias de hoje, um quadro muito mais grave, que ultrapassou os limites das artes mânticas e do assim chamado ocultismo, praticado por ele e por muitos outros no início do século 20. |
jun.07 |
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Sobre Crowley e seu tarô |
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| O Clube do Tarô reproduz as cartas do "Thoth Tarot" e dispõe de outros trabalhos sobre Crowley e seu baralho: |
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O Tarô de Crowley-Harris ou Tarô de Thoth, texto em que Cláudio Carvalho, um praticante desse baralho, apresenta um pouco da história da elaboração dos desenhos e as justificativas de sua organização: Explicação do baralho |
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Horóscopo de Crowley, análise do tema natal pelos astrólogos Elizabeth Nakata e Douglas Marnei: Mapa astral |
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A própria besta, texto de Colin Wilson sobre as peripécias, os poderes e a sombra de Aleister Crowley: O Oculto |
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| Temos espaço para mais colaborações que nos forem encaminhados. |
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